quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Fraudes do Homem-Macaco

1.FOSSEIS DESMASCARADOS ATÉ AGORA:






Nenhum evolucionista ortodoxo ousaria propor uma origem recente para o homem, que viesse a corresponder ao relato bíblico. Embora diversas autoridades tenham assinalado que a variabilidade encontrada entre os fósseis humanos realmente não difere da surpreendente variabilidade encontrada hoje no gênero humano, pouco ou nada se diz desse fato nos livros textos de hoje. Cientistas brancos, da classe média, não deveriam necessariamente tornar-se o modelo pelo qual os ossos fósseis fossem julgados. De um mesmo fragmento de crânio, têm sido feitas reconstruções impressionantemente diferentes. Como observou alguém, as feições do símio ou do filósofo, ambas podem ser construídas sobre os mesmos ossos .Mais do que de interesse passageiro e a consideração feita recentemente por um antropólogo de que hábitos de vida, clima e dieta alimentar podem influenciar as características anatômicas do crânio ao ponto de os peritos classificarem uma mesma espécie em diferentes gêneros. Um fator adicional de grande significado é a degenerescência física e a extraordinária variabilidade física que ocorre entre populações isoladas endogâmicas .


1. O Homem de Nebraska: teve sua imagem reconstituída a partir de um dente com idade estimada de um milhão de anos. Após quatro anos e meio, descobriu-se que aquele dente na verdade pertencia a uma espécie de porco já extinta.


2. O Homem de Java: É bem conhecido o fato de que quando foi descoberto em 1891 o "primitivo" homem de Java,na realidade sendo imaginado a partir de um fêmur, uma caixa craniana e três dentes molares.



O mais interessante é que esses itens não foram encontrados no mesmo local e ao mesmo tempo. O fêmur foi encontrado a quinze metros da caixa craniana. Um dos dentes foi encontrado a três quilômetros do fêmur e do crânio. Dois outros crânios foram encontrados na mesma formação, e com a mesma idade, os quais não eram diferentes de crânios de aborígenes australianos que vivem hoje. As notícias dos crânios modernos encontrados com o homem de Java não foram publicadas por vinte anos, porque não se ajustavam às idéias preconcebidas do pesquisador .



3. Homo Habilis:Em 1963 o Dr. Leakey descobriu o fóssil humano que denominou de "Homo habilis", no mais baixo nível dos estratos, em flagrante contradição com os conceitos evolucionistas, pois o Homo habilis era semelhante ao homem moderno. Muitos aspectos dessa descoberta são altamente controvertidos. Embora o Dr. Leakey sugira que todos os trabalhos de antropologia sejam reescritos, não há maneira em que se possa fazer isso enquanto os antropólogos se agarrarem ao ponto de vista convencional de como o homem supostamente evoluiu .



3. O Homem de Neanderthal: O homem de Neanderthal constitui uma história à parte. Ao ser feita a primeira descoberta em 1856, os cientistas pensaram que tinham afinal conseguido a suprema evidência de que necessitavam para demonstrar o estágio intermediário entre o homem e o macaco. Os livros didáticos ainda hoje fielmente ilustram esse famoso "abobalhado" sub-humano, carrancudo e recurvado. Havia somente um ligeiro inconveniente: A capacidade craniana media era mais de 13% superior à do homem moderno. Apesar disso, os esqueletos de Neander continuaram a ser considerados como perfeita ilustração de um importante passo na presumível seqüência evolutiva do homem . Famosos evolucionistas de antanho tiraram muito proveito do homem de Neanderthal, e compêndios publicados em 1973 ainda refletem seus pontos de vista. Haeckel supôs resolver todos os problemas do mundo de uma vez por todas, com o homem de Neanderthal. Lyell e Huxley confiantemente apontaram para o crânio de Neanderthal como evidência de ter existido uma criatura inferior, semi-humana, intermediária entre o homem e o macaco . Mais interessante é o fato de que o "Time" de 17 de Maio de 1971 continha a declaração de que o primitivismo do Neanderthal não era garantido. Aparentemente, a não ser devido a enfermidade física, ele poderia andar pelas ruas hoje e manter-se irreconhecível. É bem possível que os historiadores nos próximos séculos indaguem por que esse incrível erro não foi detectado imediatamente, e não foi refutado com adequada determinação. Embora constituindo um trágico comentário com relação à comunidade cientifica, deve ser feita a seguinte consideração. Já em 1872 Virchow, provavelmente o maior biologista da época, sustentava que as peculiaridades do homem de Neanderthal não se deviam a qualquer posição especial na linhagem humana, mas sim a um caso grave de raquitismo. Certa autoridade declarou na revista "Nature", em 1970, que cada crânio infantil Neanderthal até então examinado mostrava sinais compatíveis com profundo raquitismo. Da mesma maneira, em 1872 outra autoridade médica declarou que os crânios Neanderthal apresentavam problemas médicos, e que poderiam ser achados crânios semelhantes do homem moderno em qualquer escola de medicina .

4. O Homem de Cro-Magnon: segundo o dr. Duane T. Gish, professor de ciências naturais e apologética, o chamado Homem de Cro-Magnon passaria despercebido por nossas ruas se usasse a moda corrente, ou seja, nele não há nada de símil.

5. O Homem de Piltdown: foi uma fraude forjada por Charles Dawson a partir de um fragmento de maxilar, dois dentes e um fragmento de crânio. A fraude foi descoberta quarenta anos mais tarde.


Esquema da montagem de Piltdown



Pode-se imaginar nos museus do mundo todo pintores com seus pincéis e tinta apressando-se a pintar aquele ramo imaginário da árvore genealógica humana, no dia em que foi exposta aquela "peça". No dia seguinte não mais existia o Homem de Piltdown.
6. Homem de Ramapitetecos:Era apenas um orangotango...sem comentários.

7. Homem de Pekin: Foi encontrado em 1912 e 1937 por David Bolak, em Pekin, China. O descobrimento consistia de 30 caveiras e 147 dentes. Estes retos desapareceram em 1941 quando os ossos estavam sendo transportados de Pekin por um destacamento dos Estados Unidos para protege-los da iminente invasão japonesa. Atualmente alguns crêem que estes ossos eram simplesmente os restos de alguns macacos de tamanhos avantajados que os trabalhadores de uma pedreira haviam matado para saciar a fome.

8.Recentemente foi elaborada uma reconstrução feita por computador pelo Dr. Timothy Bromage, paleoantropólogo e professor adjunto de Biomatérias e de Ciência Básica e Biologia Crânio-facial, mostra um crânio de 1.9 milhões de idade pertencente à espécie Homo rudolfensis, o membro mais antigo do gênero humano, com um crânio surpreendentemente pequeno e uma mandíbula distintamente protuberante, características comumente associadas com macacos do que com os legendários hominídeos .


Especificamente, ele é o primeiro cientista a produzir uma reconstrução do crânio que questiona a representação do ancestral direto mais antigo do homem moderno do renomado paleontólogo e arqueólogo Richard Leakey como tendo uma característica facial vertical e um cérebro relativamente grande ― uma interpretação amplamente aceita até agora.


Costrução tradicional a esquerda e a cosntrução feita pelo Dr.Bromage a direita



A reconstrução do Dr. Bromage também sugere que somente poderíamos ter os primeiros seres humanos um cérebro muito maior e uma face mais vertical com uma mandíbula menos saliente e dentes muito menores pelo menos ,muitos milhares de anos mais tarde(uns 350 000) do que era comumente crido pela comunidade científica, talvez apenas quando as duas supostas espécies posteriores, H. ergaster e H. erectus viveram. O Dr. Bromage apresentou suas descobertas na sessão científica anual da IADR ― New Orleans.


O crânio fragmentado que o Dr. Bromage reconstruiu foi descoberto originalmente no Quênia em 1972 pelo Dr. Leakey(mais uma das “descobertas”dele), que o reconstituiu manualmente e o datou em aproximadamente três milhões de anos, um cálculo revisto para 1.9 milhões de anos por cientistas que descobriram mais tarde grandes problemas com a datação.


“O Dr. Leakey produziu uma reconstrução enviesada baseada nas expectativas errôneas preconcebidas da aparência humana antiga que violavam os princípios do desenvolvimento crânio-facial,” disse o Dr. Bromage, cuja reconstrução, em contraste, mostra uma mandíbula nitidamente protuberante e um cérebro menor do que a metade do tamanho de um cérebro de humano moderno. Essas características tornam o crânio do humano primitivo de 1.9 milhões de anos de idade mais parecido com aqueles dois supostos hominídeos arcaicos parecidos com macacos, o Australopithecus e o primitivo Paranthropus, que viveram bem antes em pelo menos três milhões e 2.5 milhões de anos atrás respectivamente.


Dr. Bromage desenvolveu a sua reconstrução de acordo com princípios biológicos que sustentam que os olhos, os ouvidos, e a boca devem estar em relação exata uns com os outros em todos os mamíferos.“Porque ele não empregou tais princípios, o Dr. Leakey produziu uma reconstrução que não poderia ter existido na vida real,” concluiu o Dr. Bromage. +++++


Geralmente as reconstruções dos antigos hominídeos são apresentadas tipicamente sem ou quase nenhuma explicação dos princípios nos quais os diversos ossos são reorganizados.Sim, pura especulação, e isto é um começo em breve mais fraudes será descobertas, sim mais e mais supostos ossos de hominídeos cairão nas mãos de cientistas de visão que utilizarão critérios realmente científicos para remontá-los , e aí fim de papo para a suposta evolução humana.

9. Homem Floresienses:Há indíciosl que o Homo floresienses tenha existido a apenas 12 mil anos atrás. E seu reduzido tamnho seja devido a uma variação tipo pigmeu.


10.. Macaco da África Oriental: Também conhecido como Zinjanthropus. Foi encontrado por Louis S.B. Leakey em Olduva, Zâmbia, em 1959. A descoberta consistiu de uma parte d o crânio e uns fragmentos de ossos. O “descobrimento” foi noticiado na National Geographic, que havia patrocinado Leakey. Seu achado foi datado com uma antiguidade de quatro milhões de anos, fazendo do homem da África o “elo” mais antigo que era conhecido até então. Antes de morrer, Leakey, afirmou que seu alardeado descobrimento não era outra coisa que uma variação do Austropithecus (macaco meridional) encon trado em 1924. A partir de um crânio, três representações diferentes,confira como um crânio pode ser manipulado para atender os anseios evolucionistas:

a.Fóssil encontrado de Zijanthropus



b. Zijanthropus publicado no Sunday Times em 1964


c.Zijanthropus publicado no London News em 1960



d.Zijanthropus segundo o Dr.Kenneth P. Oakley



RESUMINDO :


1. O homem Cro-Magnon não era nosso ancestral, mas apenas um homem.
2. O Ramapitecos não era nosso ancestral, mas apenas um orangotango...

3. O homem de Nebraska não era nosso ancestral, mas apenas um dente de porco

4. O homem de Piltdown não era nosso ancestral, mas uma mandíbula de macaco encaixada com o crânio de um homem...

5. O homem de Neanderthal não era nosso ancestral, mas apenas um homem com degenerência física.

6. homo habilis já foi encontrado em extratos nos extratos mais baixos do solo

7.homem de pequim só mais um macaco

8.Homem da áfrica[Zijanthropus].apenas um macaco meridional[autropitecos]

9. hoemem rudolfensis: Nem era tão antigo nem era tão humano [dica um tipo de macaco]

10.homem florisiensis: Não era antigo, nem deixa de ser humano [dica grupo etnico semelhante aos pigmeus]



2.ORGÃOS "VESTIGIAIS " HUMANOS

1.O apêndice vermiforme humano geralmente é referido como sendo um órgão vestigial e sem função conhecida. Atualmente, há poucas evidencias que isto seja verdadeiro, e os estudos atuais sugerem que o órgão é uma parte altamente especializada do trato alimentar.O número de folículos linfóides no apêndice humano aumenta até os 12-20 anos, decrescendo na velhice, podendo ocorrer atrofia e fibrose que oblitera parcial ou totalmente a luz do mesmo em várias pessoas idosas.Na década de 60 propôs-se que os tecidos linfoepiteliais da placa de Peyer e apêndice provavelmente são equivalentes a Bursa de Fabricius das aves, sendo responsável pela maturação de Linfócitos T, demonstrando que o intestino também funciona como um órgão responsável pela maturação linfocitária. O apêndice também participa do sistema imunossecretor no intestino, sendo parte integral do mecanismo imunológico de globulinas secretoras ;


2. O Coccix humano: existe um músculo chamado cocígio de inervação nos 4º e 5º nervos sacrais de origem na espinha esquiática que se situa na face anterior do sacro e do coccix e que tem por função conter as víceras pélvicas, roda o coccix. O fato de não se entender muito bem o papel de um órgão não faz dele um órgão vestigial. Esse tipo de erro já foi observado antes na história da ciência. Quando todos os órgãos endócrinos e linfáticos foram considerados vestigiais.

3.HOMEM X MACACOS



3.1. GENES

“(...)Acontece que faz sentido perguntar de onde vem a conclusão de que o DNA dos chimpanzés coincide com o dos seres humanos em 98% de sua extensão, se um trabalho da magnitude do projeto genoma humano ainda não foi realizado para a espécie dos chimpanzés! De onde vem, então, essa conclusão?

Na verdade, este resultado é uma generalização baseada na similaridade entre seqüências de aminoácidos de umas 30 a 40 proteínas básicas presentes em seres humanos e também nos chimpanzés, por um método que compara apenas essas poucas proteínas, denominado “hibridização do DNA”. No texto da revista ISTOÉ, no início deste artigo, encontramos a informação de que a porção escolhida para comparação entre os DNA's do homem e do chimpanzés foi o cromossomo 21, responsável por doenças mentais, e o equivalente animal, o cromossomo 22.

Em outras palavras, o genoma humano é conhecido em toda a sua extensão, mas o dos chimpanzés não. Como pequenas partes do DNA dos chimpanzés já foi pesquisada, os cientistas comparam essas pequenas porções com porções análogas do DNA humano, extrapolando o resultado obtido para os DNAs em toda a sua extensão. Naturalmente, essas porções de DNA terão que apresentar alguma semelhança não só com chimpanzés, como também com outros animais que ingerem o mesmo tipo de alimento e, portanto, devem ter enzimas digestivas muito semelhantes, bem como outras particularidades, o que não significa que esses valores devam se estender para o restante do DNA e, muito menos, que sirvam de indicação de evolução a partir de um ancestral comum.


Esse tipo de extrapolação é um erro grosseiro dos evolucionistas para fazer valer suas idéias e só mostra que eles precisam conhecer melhor os métodos de que a ciência se vale para caminhar, sobretudo a matemática, na parte de estatística e teoria de probabilidades. Proceder desse modo é como equivalente a consultar uma pequena parcela da população a respeito de alguma preferência, e depois estender o resultado obtido para a população toda, o que, obviamente, não tem o menor fundamento científico.

Apesar disso, não são os mais leigos em ciência que cometem esse tipo de erro, mas cientistas conceituados, que depois publicam seus artigos em revistas especializadas, como a New Scientist, que trouxe esse assunto até como matéria de capa, com o artigo "Genesis - The one percent that made us human" (Gênesis - O 1% que nos fez humanos) em sua edição de n° 2186, de 15 de maio de 1999.


Como podemos explicar esse comportamento? Certamente não a partir de uma suposta desinformação, ou de falta de conhecimento. Afinal, para se chegar aos escalões mais altos da ciência é preciso percorrer um longa jornada de estudo e pesquisa. Só mesmo a determinação de validar a teoria da evolução é que pode explicar esse comportamento, uma vez que evidências da evolução não podem ser encontradas na natureza.

Na verdade, a situação é ainda mais crítica, porque mesmo que a diferença entre os DNA's do homem e dos chimpanzés fosse de apenas 2%, isso não significaria ancestralidade de uma espécie em relação a outra. Similaridades, sejam elas no campo da anatomia ou da genética molecular, não provam evolução alguma ou ancestralidade de uma espécie em relação a outra. Evolucionistas sabem disso e a prova é o conceito de evolução convergente, desenvolvido para explicar similaridades que eles supõem terem ocorrido independentemente, e não por uma relação de ancestralidade entre as espécies envolvidas. Além disso, similaridades são confortavelmente absorvidas também pelo modelo criacionista, de modo que, se forem citadas como evidências do modelo evolucionista, terão que ser citadas também como evidências do modelo criacionista, em nada contribuindo, portanto, para a solução do confronto entre o evolucionismo e o criacionismo.”

*creditos pelas contatações a respeito do DNA ao Prof. Christiano P. da Silva Neto , professor universitário, pós-graduado em ciências pela University of London

Fora este pequeno abismo que há entre o cromossomo 21 dos chipanzés e o cromossomo 22 humano há também o fato de que os chipanzés têm um coromossomo a mais que os homens fica então 43 cormossomos humanos x 24 cormossomos do referido animal.


3.2. ARCADA DENTÁRIA

A Mandibula. As mandibles dos hominideos fósseis compartilham também de um número de estruturas com os chipanzé. A mandibula anatômica do homem moderno tem uma protuberancia bem-desenvolvida chamada de eminência mental ou "queixo". Na mandibula do chipanzé falta a eminencia mental e fica mais delgado para baixo e em direção a garganta. É vista também no mandible do chipanzé"a prateleira simia" (veja a figura abaixo-marcado com o asterisco), uma extensão lingual do osso atrás dos incisivos. Na mandibula anatômica do homem moderno, o desenvolvimento do osso tem o tamanho exato e suficiente para suportar as raizes dos incisivos. Todos os "hominideos" fosseis até o Neanderthal não têm a eminence mental e têm uma prateleira simian não havendo nhuma tendência anterior à "evolução destas estruturas. O que leva a reflexão de uma hora para outra os "elos humanos" decidem querer um queixo e se divorciam da prateleira símia?




3.4. DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO


(LEI BIOGENÉTICA)



Darwin considerava como uma das melhores evidências de sua teoria evolutiva, a perceptível semelhança entre os embriões vertebrados em suas fases iniciais de desenvolvimento. Em sua obra "A Origem das Espécies", ele observou que os embriões de mamíferos, pássaros, peixes e répteis são inicialmente semelhantes, mas quando estão totalmente desenvolvidos são extensamente dissimilares, por isto, ele concluiu que estas semelhanças mostravam a condição dos ancestrais de cada espécie quando adultos (pp.338, 345), ou seja, Darwin acreditou que o desenvolvimento embrionário mostrava as etapas da evolução ocorrida na espécie da qual pertencia o embrião, isto foi chamado de "recapitulação".


Com base em observações no desenvolvimento embrionário, o zoólogo e ateu alemão Ernst Haeckel propôs, em 1868, a "lei biogenética", também chamada "lei da recapitulação", que procurava confirmar as observações darwinianas e que se resumia na frase "ontogenia recapitula a filogenia", isto é, o desenvolvimento do indivíduo (ontogenia) recapitula, ou repete, o da espécie (filogenia).


Ernst Haeckel



Assim, no caso do embrião humano, por exemplo, o enredo da recapitulação é algo parecido com o que segue:


O ovo fertilizado começa como uma única célula (igual à primeira célula viva que surgiu no planeta);
Com as repetidas divisões da célula-ovo, surge um embrião com um arranjo segmentado (a fase "lombriga");
Os segmentos desenvolvem-se em vértebras, músculos e algo que se aparenta com brânquias ( a fase do "peixe");
Surgimento de rudimentos de membros (mãos e pés) que parecem servir para nadar, também aparece um "rabo" (a fase do anfíbio);
Por volta da oitava semana de desenvolvimento, a maioria dos órgãos está quase completa, os membros desenvolvem os dedos e o "rabo" desaparece (a fase humana).


Logo após Haeckel propor sua "lei", colocando em destaque as semelhanças gerais entre os embriões vertebrados e ignorando completamente suas significativas diferenças, muitos distintos embriólogos, de sua própria época, criticaram seu trabalho, como, por exemplo, Jane Oppenheimer, em "Essays in the History of Embryology and Biology" (MIT Press, 1967 pág. 150), disse que o trabalho de Haeckel "era a culminação do extremo que seguiu Darwin", lamentando que "as doutrinas de Haeckel eram cega e incriticavelmente aceitadas" e que causavam atraso no curso do progresso de ciência embriológica. O embriólogo Erich Blechschmidt considerava a "lei da biogenética" um dos erros mais sérios da história da biologia. Em seu livro "The Beginnings of Human Life" (Springer-Verlag Inc., 1977, pág. 32), Blechschmidt disse a respeito da "lei" de Haeckel:


"A Lei fundamental denominada biogenética está errada. Nenhum mas ou se pode mitigar este fato. Nem mesmo um minúsculo pedaço está correto ou corrigido em uma forma diferente. Está totalmente errada".

Apesar da falta de consistência da lei biogenética, e as bem fundamentadas críticas de muitos renomados embriólogos contra esta suposta ‘lei", ela permaneceu inabalada e se popularizou, pois era muito atraente para os evolucionistas.


Em seu livro "Natürliche Schöpfungs-geschichte" (A história natural da Criação), publicado no idioma alemão em 1868, e em inglês no ano de 1876 com o título "The History of Creation", Haeckel usou um desenho do 25º dia de um embrião de cachorro que tinha sido anteriormente publicado por T. L. W. Bischoff, em 1845, e um desenho da 4ª semana de um embrião humano, publicado em 1851-59 por A. Ecker. O famoso embriólogo comparativo e professor de anatomia na Universidade de Leipzig, Wilhelm His, descobriu a frade de Haeckel em 1874.


Haeckel havia somado 3,5 mm ao desenho da cabeça do embrião de cachorro, desenhado por Bishoff, e subtraído 2 mm do desenho da cabeça do embrião humano desenhado por Ecker, dobrou a duração do posterior humano e alterou substancialmente os detalhes do olho humano. Wilhelm demonstrou também que não havia nenhuma desculpa para a inexatidão dos desenhos, deixando claro que tudo não passava de uma fraude descarada, a lei da biogenética não tinha fundamentos.


Os desenhos adulterados de Haeckel: figuras de embrião de cachorro e embrião humano, como eles apareceram em seu livro "Natürliche Schöpfungs-geschichte" (A história natural da Criação).




Acusado de fraude por cinco professores e condenado por um tribunal universitário de Jena, Heckel confessou que uma pequena porcentagem de seus desenhos embrionários eram falsificações. Argumentou que estava somente preenchendo e reconstruindo os elos quando a evidência estava magra, ele reivindicou desavergonhadamente que muitos outros dos melhores observadores e biólogos fazem coisas semelhantes.


Richardson disse que ele sempre sentia que havia algo de errado com os desenhos de Haeckel, porque eles não se enquadraram com o seu conhecimento, entendendo que as taxas às quais peixes, répteis, pássaros, e mamíferos se desenvolvem, têm suas características distintas. Richardson não encontrou nenhum registro de qualquer um que tenha comparado, de fato, os embriões destas espécies. Ninguém citou qualquer dado comparativo em defesa da idéia.


Richardson formou uma equipe internacional para examinar e fotografar a aparência externa de embriões de uma grande quantidade de espécies de vertebrados, nos estágios descritas por Haeckel.A equipe colecionou embriões de 39 criaturas diferentes, inclusive marsupiais da Austrália, sapo de árvores de Porto Rico, serpentes da França, e um embrião de jacaré da Inglaterra. A equipe concluiu que os embriões de espécies diferentes são muito diferentes entre si. De fato, eles são tão diferentes que os desenhos feitos por Haeckel possivelmente não poderiam ter sido feitos a partir de observações em espécimes reais.
Vejamos os o esquema fantasia x realidade:
1.Na primeira linha, os desenhos de Haeckel, de vários embriões diferentes, mostrando incrível semelhança em uma determinada fase do desenvolvimento.

2.Na segunda linha, as fotografias de Richardson de como os embriões realmente são, na mesma fase de desenvolvimento citada por Haeckel. Comparando as duas linhas, percebe-se claramente que os desenhos de Haeckel não se basearam em qualquer observação real.


*Da esquerda para direita: Salmo salar (peixe), Cryptobranchus allegheniensis (salamandra) , Emys orbicularis (tartaruga), Gallus gallus (galinha), Oryctolagus cuniculus (coelho), Homo sapiens (ser humano).


Apesar da lei biogenética ter surgido a partir de fraudes e ter sido desacreditada cientificamente desde os tempos de Haeckel, mostrando-se uma idéia totalmente falsa, ela foi posteriormente ensinada como evidência da evolução em escolas e universidades, e ainda é hoje incluída em muitos livros de biologia e tem alguns adeptos, é um dogma evolutivo profundamente arraigado. Em uma pesquisa realizada em 1980, verificou-se que, dos quinze livros de ensino de biologia adotados pelas escolas secundárias do Estado de Indiana (E.U.A.), nove apresentam a teoria da recapitulação embrionária como evidência da evolução.


4. CONTRIBUIÇÕES DO EVOLUCIONISMO PARA A HUMANIDADE

Monstruosidade científica
trrechos da reportagem que trata das experiências do cientista evolucionista Voronoff transplantando tecidos de testículos de macacos para humanos, para testar possível aumento da virilidade e a equivalência entre espécies ,constante no artigo:
"Os efeitos sugeridos nesta cirurgia de testículo de macaco eram amplos, desde uma melhora no impulso sexual até a cura de uma miríade de desordens mentais. Até a Grande Depressão mais de 500 homens teriam recebido a terapia de Voronoff, com uma demanda tão grande que ele teve que montar sua própria criação de macacos. Contudo após décadas de promessas, e centenas de pacientes, foi se tornando claro que o tratamento não resultava em nenhum efeito positivo que Voronoff prometia. De fato alguns pacientes tiveram grandes complicações, infecções, choque circulatório, etc.

Além disso, a testosterona foi finalmente isolada como um hormônio secretado pelos testículos, e portanto o objetivo químico dos transplantes de Voronoff foi encontrado. Mas quando a testosterona foi injetada em animais, com a esperança de Voronoff de que eles ficariam mais fortes e viris, isto na verdade não aconteceu, e também não ocorreu nenhum rejuvenescimento ou prolongamento da vida. Um crítico feroz, o cirurgião britânico Dr. Kenneth Walker, definiu o tratamento de Voronoff como “não melhor que os métodos de bruxas e mágicos.”

Isto foi devastador para a reputação de Voronoff e sua carreira. Sua clínica passou por dificuldades e desapareceu, bem como todo o respeito pelos seus métodos. Ele morreu em relativo anonimato, embora recentemente uma percepção negativa de seu trabalho diminuiu um pouco. Mas existe uma hipótese perturbadora de que o vírus da AIDS entrou na população humana por meio dos procedimentos de transplante de Voronoff.”
............continua em breve..........................

9 comentários:

Érys disse...

NOSSA, PARABÉNS PELO BLOG, ALTAMENTE INSTRUTIVO.

Fuck Bush disse...

Poucas vezes vi tanta asneira junta em um só lugar

Sabrina (@odeiodoritos) disse...

Como sempre, várias idiotices juntas. Se você nunca parou pra estudar a evolução ou se você sequer tentou entedê-la de verdade, não saia por aí copiando e colando coisas que vocês leu em outros sites criacionistas. Resumindo, não fale de evolução se você não sabe o que ela é e como ela acontece. Aprofunde-se em antropologia evolutiva, vais ver que muita coisa que você escreveu aí não tem pé nem cabeça.

Caserna disse...

Simplesmente ignorante sobre o assunto. Este individuo confundiu tudo que leu.

Erivelton o Profeta disse...

Eu fico aqui pensando porque razão os críticos não trazem as contra provas científicas das acusações destas fraudes. Quem cala consente. Não é mesmo?

Fabio disse...

Existem muitas outras fraudes não só em hominídeos mas também em aves e outros animais

Fabio disse...

Existem muitas outras fraudes não só em hominídeos mas também em aves e outros animais

Kelly Maria disse...

Quem é o autor da postagem? Onde estão as referências?

Unknown disse...

Uma característica marcante nos adeptos do evolucionismo é a arrogância e incapacidade de aceitar o contraditório!!as farsas caem, mas as escamas da incredulidade permanecem.